Brasília
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Servidora pública de carreira, da Administração Federal, militante da área de saúde do trabalhador e relações sociais de gênero. Formação em políticas sociais. Carioca e residente
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Beth Muniz
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Sim. Isso com certeza me toca o coração. E dou graças a Deus por ter essa sensibilidade, acredito ser um presente de Deus na minha vida, que mesmo não sendo merecedora considero ser a minha vida um verdadeiro milagre. Deus nunca me desamparou, nunca me deixou falando sozinha, e nunca fechou os caminhos da minha vida. Em sã consciencia digo com sinceridade, tenho muito mais do que mereço ter, já perdi muito nessa vida mas ganhei em dobro porque nunca dei as costas pra quem com necessidade me procurou, sou um poço de ignorância quando atacada, mas incapaz de guardar uma mágoa no coração. E por essas e outras simpatizei com o PT. E como tudo nessa vida, tem o seu lado positivo e negativo e não serei eu a julgar os atos de ninguem. Fico com o lado positivo porque esse faz a diferença.
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DécioBeth compartilharam!
Falando sério, estou é rezando por esse povo pra tomar um rumo certo na vida.
Verdade! Os que semeiam ódio, odiados serão. Tô fora!
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Falando sério, estou é rezando por esse povo pra tomar um rumo certo na vida.
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DécioBeth compartilharam!
Em SP o Botox Tá Derretendo...
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Beth compartilhou!
Políticos e oficiais do governo valem-se de conceitos econômicos para limitar a disponibilidade de políticas que pareçam viáveis para a comunidade. O socorro aos bancos aparece tão inevitável quanto o desamparo aos idosos e trabalhadores.

Por rádio, televisão e jornal as pessoas são “informadas” de que precisam se sacrificar, aceitar cortes nos gastos sociais e menos direitos e benefícios trabalhistas, ou encarar a destruição da economia – tudo em nome da ciência econômica.

Trabalhadores devem cumprir maiores jornadas e por mais tempo em suas vidas. Os impostos e as tarifas públicas serão maiores, mas os serviços públicos serão reduzidos. Já a transferência de recursos públicos ao rentismo, seja pela compra de ativos podres, seja pelo pagamento de juros exorbitantes, não está em discussão, essa é determinada pelo mercado, deus ex machina.

O necrosamento do tecido econômico e o esgarçamento do social empurram os acuados, pelo discurso da inevitabilidade econômica, a abraçarem a conclusão de que “o inferno são os outros”. Se os empregos foram tomados, o Estado onerado e a paz ameaçada por aqueles de nacionalidade, religião, gênero, opção sexual, raça ou ideologia diferentes, a solução passa pela sua exclusão ou eliminação.

Ao explicar a banalidade do mal, Hannah Arendt aponta que as maiores maldades do mundo podem ser perpetradas por homens comuns, sem razões malignas ou intenções demoníacas, mas seres humanos que abdicaram totalmente da característica que mais define o homem como tal, a capacidade de pensar.

Para Arendt, a manifestação do ato de pensar não é o conhecimento, mas a habilidade de distinguir o bem do mal, de fazer juízos morais. Essa incapacidade de pensar permitiu que muitos homens comuns cometessem atos cruéis numa escala monumental jamais vista, como no nazismo. Sua esperança repousa no “pensar”, como poder para as pessoas evitarem catástrofes nesses raros momentos de dificuldade.

* Luiz Gonzaga Belluzzo é economista e professor, consultor
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Políticos e oficiais do governo valem-se de conceitos econômicos para limitar a disponibilidade de políticas que pareçam viáveis para a comunidade. O socorro aos bancos aparece tão inevitável quanto o desamparo aos idosos e trabalhadores.

Por rádio, televisão e jornal as pessoas são “informadas” de que precisam se sacrificar, aceitar cortes nos gastos sociais e menos direitos e benefícios trabalhistas, ou encarar a destruição da economia – tudo em nome da ciência econômica.

Trabalhadores devem cumprir maiores jornadas e por mais tempo em suas vidas. Os impostos e as tarifas públicas serão maiores, mas os serviços públicos serão reduzidos. Já a transferência de recursos públicos ao rentismo, seja pela compra de ativos podres, seja pelo pagamento de juros exorbitantes, não está em discussão, essa é determinada pelo mercado, deus ex machina.

O necrosamento do tecido econômico e o esgarçamento do social empurram os acuados, pelo discurso da inevitabilidade econômica, a abraçarem a conclusão de que “o inferno são os outros”. Se os empregos foram tomados, o Estado onerado e a paz ameaçada por aqueles de nacionalidade, religião, gênero, opção sexual, raça ou ideologia diferentes, a solução passa pela sua exclusão ou eliminação.

Ao explicar a banalidade do mal, Hannah Arendt aponta que as maiores maldades do mundo podem ser perpetradas por homens comuns, sem razões malignas ou intenções demoníacas, mas seres humanos que abdicaram totalmente da característica que mais define o homem como tal, a capacidade de pensar.

Para Arendt, a manifestação do ato de pensar não é o conhecimento, mas a habilidade de distinguir o bem do mal, de fazer juízos morais. Essa incapacidade de pensar permitiu que muitos homens comuns cometessem atos cruéis numa escala monumental jamais vista, como no nazismo. Sua esperança repousa no “pensar”, como poder para as pessoas evitarem catástrofes nesses raros momentos de dificuldade.

* Luiz Gonzaga Belluzzo é economista e professor, consultor
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Maria de LourdesBeth compartilharam!
De acordo com o IBGE, foram 583 mil de pessoas a mais do que no trimestre anterior.

Na comparação com o mesmo período de 2015, o crescimento da taxa de desemprego foi de 36,6%, ou 3,2 milhões de pessoas.
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Décio compartilhou!
No fundo do bau tem de tudo um pouco. E adoro ir lá no baú tambem. E lá tem essa:

Não bulo com governo, nem polícia, nem censura
É tudo gente fina, meu advogado jura
Já pensou o dia em que o papa se tocar
E sair pelado pela Itália a cantar
Ehê, ahã! Quando acabar o maluco sou eu

É, a coisa tá feia
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DécioBeth compartilharam!
Ou será o "Amolecio Pinto"? Também pode ser "Decadêncio Pinto".kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Meu querido amigo, admiro demais a tua generosidade, mas lamento informar, nenhuma bela e recatada do mundo é capaz de seduzir o GOLPISTA. Serafim Pinto.
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Tinha uma casa na praia e morava aqui e lá. Ia todos os dias por causa dos cachorros, depois que fomos roubados duas vezes vendi a casa. Mas, praia mesmo não gosto, tenho alergia. Só pra olhar mesmo e admirar a beleza do mar. Cozinhar eu detesto cozinha, mas faço um feijão de dar água na boca e um baião de dois tambem. Aqui quem adora cozinhar é meu marido. Quanto a PTralha que eles falam que é um adjetivo dos irmãos metralha quem é eu já disse. Agora PTralha do PT eu sou tambem. Nunca gostei de politica, apesar da minha familia inteira ser doente por ela e falamos nesse sentido linguagem diferente. Daí resolvi ser PT por causa das injustiças que vejo nos jornais. As desgraças que vi na minha infância por causa de politica me marcaram muito. Como pode ver, sou do contra, o bláblá não me convenceu, ao contrario. Desde criança sou defensora dos mais desfortunados na vida. Tenho uma empresa que só veio a crescer de verdade quando o Lula foi presidente e por essas e outras é isso.
Temos gostos muito parecidos Maria, mas temos duas diferenças. Adoro praia mesmo que hoje em dia vá muito pouco, apesar de morar tão próxima a ela. Já não aguento mais é o nosso sol forte. De faxina também não gosto, prefiro cozinhar (mas não muito). kkkkkkkkkk Gosto mesmo é de um bom livro e de fritar coxinha na net. ADORO SER PTRALHA! TENHO MUITO ORGULHO DE SER PTRALHA, de fazer parte da quadrilha que tirou 36 milhões de pessoas da margem da pobreza, que gerou 22 milhões de empregos com carteira assinada, que criou o PROUNI, PRONAEC, FIES, MAIS MÉDICOS, COÊNCIAS SEM FRONTEIRAS... Sigo a estrela com amor, provas e convicção.
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Em SP o Botox Tá Derretendo...
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Gostei do ' fritar coxinha na net'.
Vocês não são diferentes no essencial, e isso é que é o fundamental.
E aí, eu me incluo!
Temos gostos muito parecidos Maria, mas temos duas diferenças. Adoro praia mesmo que hoje em dia vá muito pouco, apesar de morar tão próxima a ela. Já não aguento mais é o nosso sol forte. De faxina também não gosto, prefiro cozinhar (mas não muito). kkkkkkkkkk Gosto mesmo é de um bom livro e de fritar coxinha na net. ADORO SER PTRALHA! TENHO MUITO ORGULHO DE SER PTRALHA, de fazer parte da quadrilha que tirou 36 milhões de pessoas da margem da pobreza, que gerou 22 milhões de empregos com carteira assinada, que criou o PROUNI, PRONAEC, FIES, MAIS MÉDICOS, COÊNCIAS SEM FRONTEIRAS... Sigo a estrela com amor, provas e convicção.
GRAÇAcomentou em um link
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Realmente vivemos dias anormais, mesmo assim não acredito que haja violência nem nas ruas, quem sabe algumas brigas isoladas, mas nada generalizado.
Nos postos de votação não. O problema é nas ruas. Ouvi nos jornais que a policia inteira vai está nas ruas. Lembro de quando eu era criança, no dia das eleições até o exercito precisava vir. Que horror! Mas isso não é motivo para que eu não deixe de votar.
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Maria de LourdesBeth compartilharam!
De acordo com o IBGE, foram 583 mil de pessoas a mais do que no trimestre anterior.

Na comparação com o mesmo período de 2015, o crescimento da taxa de desemprego foi de 36,6%, ou 3,2 milhões de pessoas.
Bethcomentou em um link
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Décio compartilhou!


Poetisas...
Repentistas...
E todos os demais ISTAS...
No fundo do bau tem de tudo um pouco. E adoro ir lá no baú tambem. E lá tem essa:

Não bulo com governo, nem polícia, nem censura
É tudo gente fina, meu advogado jura
Já pensou o dia em que o papa se tocar
E sair pelado pela Itália a cantar
Ehê, ahã! Quando acabar o maluco sou eu

É, a coisa tá feia
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Pois é! Nós é jeca + é joia!
Kakakakakakakaka
Tô adorando este humor cáustico de vocês!

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