Brasília
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Servidora pública de carreira, da Administração Federal, militante da área de saúde do trabalhador e relações sociais de gênero. Formação em políticas sociais. Carioca e residente
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Beth Muniz
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DécioGRAÇABeth compartilharam!
Décio,

O povo não pode acreditar naquilo que eles não tem conhecimento. As entidades dos Auditores Fiscais divulgam as informações na mídia alternativa já que não conseguem espaços na Oficial. Ademas, para a população, os "dados" só valem quando divulgados pelo governo. Aí é que reside a manipulação combinada com os meios de comunicação.

Você acha que a Globo vai divulgar que ela sonega impostos e não paga a contribuição previdenciária dos seus empregados?


É assim que é...
Por que será que o povo não acredita nos auditores fiscais da receita, sobre o superávit da previdência? Eles não merecem crédito, apenas por serem funcionários de escalões inferiores? Vai entender uma coisa dessas.
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Ela deveria ter completado: Sonegadores, corruptos, conservadores, mentirosos, ursupadores, latifundiários, golpistas e outras cositas mais.

Quem ajudou eles a dar o Golpe pode esperar que o Caldeirão vai Ferver!

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Ela deveria ter completado: Sonegadores, corruptos, conservadores, mentirosos, ursupadores, latifundiários, golpistas e outras cositas mais.

Quem ajudou eles a dar o Golpe pode esperar que o Caldeirão vai Ferver!

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PHA: Você podia dar uma ideia do impacto das regras de transição ? Lembrando que a proposta apresentada institui como regra de transição o pedágio de 50% sobre o tempo de contribuição para quem está perto de se aposentar, – homens acima de 50 anos e mulheres acima de 45 –, o que põe fim à fórmula 85/95.

CG: Nós trabalhávamos, primeiro, com uma compreensão de que nós estamos lidando com gente pobre. Segundo, que é uma política social que distribui renda, que trabalha com o bem-estar da sociedade. Então, qualquer mudança de regra é sensível para as pessoas. A transição de uma regra para outra deve ser suave. Vamos pegar uma trabalhadora de 44 anos que já tinha 29 de contribuição - faltava um para ela se aposentar: ela vai se aposentar agora só aos 65 anos de idade! É uma virada de mesa muito grande para cima de inúmeros trabalhadores.
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PHA: Você podia dar uma ideia do impacto das regras de transição ? Lembrando que a proposta apresentada institui como regra de transição o pedágio de 50% sobre o tempo de contribuição para quem está perto de se aposentar, – homens acima de 50 anos e mulheres acima de 45 –, o que põe fim à fórmula 85/95.

CG: Nós trabalhávamos, primeiro, com uma compreensão de que nós estamos lidando com gente pobre. Segundo, que é uma política social que distribui renda, que trabalha com o bem-estar da sociedade. Então, qualquer mudança de regra é sensível para as pessoas. A transição de uma regra para outra deve ser suave. Vamos pegar uma trabalhadora de 44 anos que já tinha 29 de contribuição - faltava um para ela se aposentar: ela vai se aposentar agora só aos 65 anos de idade! É uma virada de mesa muito grande para cima de inúmeros trabalhadores.
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É uma área equivalente a doze parques do Ibirapuera.

Fica em Palmares do Sul, no Rio Grande do Sul, numa região de dunas, de frente para o mar, cobiçada por empresas que querem construir um parque eólico.

A notícia está no Estadão, que parece ter perdido o rumo (veja notícia sobre o impeachment do Temer).

O ministro (sic) argumenta que tem usucapião da área.

Os litigantes o acusam, simplesmente, de grileiro.

É uma acusação provavelmente injusta, porque se trata de homem público (sic) de reputação ilibada, como acentuava o inesquecível ACM, que o chamava de Eliseu "Quadrilha".

Depois de rasgar a Constituição, tudo é possível!

PHA
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Há tempo que não podemos mais confiar na mídia, denominado "grande mídia". Quem quer tornar público algo que seja minimamente contrário à alguma autoridade, deve partir para a mídia alternativa.
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Décio,

O povo não pode acreditar naquilo que eles não tem conhecimento. As entidades dos Auditores Fiscais divulgam as informações na mídia alternativa já que não conseguem espaços na Oficial. Ademas, para a população, os "dados" só valem quando divulgados pelo governo. Aí é que reside a manipulação combinada com os meios de comunicação.

Você acha que a Globo vai divulgar que ela sonega impostos e não paga a contribuição previdenciária dos seus empregados?


É assim que é...
Por que será que o povo não acredita nos auditores fiscais da receita, sobre o superávit da previdência? Eles não merecem crédito, apenas por serem funcionários de escalões inferiores? Vai entender uma coisa dessas.
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O médico Geniberto Paiva Campos, que representou a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), salientou que os direitos sociais são conquistas relativamente recentes. Observou que os compromissos da Igreja Católica com esses direitos tiveram como marco divisor a encíclica papal Rerum Novarum, do Papa Leão XIII, de 1891. Depois, mencionou a PEC 55/2016 como um retrocesso.

— Ficamos espantados com toda essa operação de desmonte, a maneira como esse grupo, que chegou ao poder sem nenhum voto, faz uma proposta que está tentando destruir o futuro para implantar aqui as coisas do passado — disse.

Para o bispo Dom Mauricio Andrade, da Igreja Episcopal Anglicana de Brasília, não pode ser "normal e razoável" usar uma emenda constitucional para impor mudanças de natureza orçamentária. Depois, conclamou líderes e seguidores de diferentes crenças e credos para que se mantenham unidos por tudo o que o povo deseja, lutando por transformações, e não em defesa de um “evangelho de exclusividade”.

Monge Sato, do Templo Budista de Brasília, disse que o debate ocorria dentro da “forma e do espírito ecumênico”. Lamentou a informação de que, além dos projetos de terceirização e da criação do trabalho intermitente (sem jornada regular), há na agenda do Senado proposta que flexibiliza norma que impõe dispositivos de proteção em máquinas nas fábricas, para evitar acidentes. A seu ver, é um “absurdo” que, entre outros, obrigam reformar o capitalismo.

— Não podemos derrubar esse capitalismo do jeito que queríamos tempos atrás, mas temos que mudar o espírito do capital e, para isso, o Estado deve servir aos direitos humanos e sociais — afirmou.
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Isso!

Bom dia!
Esse é o mal de grande parte dos nossos concidadãos. São avessos à leitura. No máximo admditem ler uma revistinha ou umas piadas no jornal.
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PHA: Você podia dar uma ideia do impacto das regras de transição ? Lembrando que a proposta apresentada institui como regra de transição o pedágio de 50% sobre o tempo de contribuição para quem está perto de se aposentar, – homens acima de 50 anos e mulheres acima de 45 –, o que põe fim à fórmula 85/95.

CG: Nós trabalhávamos, primeiro, com uma compreensão de que nós estamos lidando com gente pobre. Segundo, que é uma política social que distribui renda, que trabalha com o bem-estar da sociedade. Então, qualquer mudança de regra é sensível para as pessoas. A transição de uma regra para outra deve ser suave. Vamos pegar uma trabalhadora de 44 anos que já tinha 29 de contribuição - faltava um para ela se aposentar: ela vai se aposentar agora só aos 65 anos de idade! É uma virada de mesa muito grande para cima de inúmeros trabalhadores.
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Nublado
Brasília
De acordo com Beth
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PHA: Você podia dar uma ideia do impacto das regras de transição ? Lembrando que a proposta apresentada institui como regra de transição o pedágio de 50% sobre o tempo de contribuição para quem está perto de se aposentar, – homens acima de 50 anos e mulheres acima de 45 –, o que põe fim à fórmula 85/95.

CG: Nós trabalhávamos, primeiro, com uma compreensão de que nós estamos lidando com gente pobre. Segundo, que é uma política social que distribui renda, que trabalha com o bem-estar da sociedade. Então, qualquer mudança de regra é sensível para as pessoas. A transição de uma regra para outra deve ser suave. Vamos pegar uma trabalhadora de 44 anos que já tinha 29 de contribuição - faltava um para ela se aposentar: ela vai se aposentar agora só aos 65 anos de idade! É uma virada de mesa muito grande para cima de inúmeros trabalhadores.
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É uma área equivalente a doze parques do Ibirapuera.

Fica em Palmares do Sul, no Rio Grande do Sul, numa região de dunas, de frente para o mar, cobiçada por empresas que querem construir um parque eólico.

A notícia está no Estadão, que parece ter perdido o rumo (veja notícia sobre o impeachment do Temer).

O ministro (sic) argumenta que tem usucapião da área.

Os litigantes o acusam, simplesmente, de grileiro.

É uma acusação provavelmente injusta, porque se trata de homem público (sic) de reputação ilibada, como acentuava o inesquecível ACM, que o chamava de Eliseu "Quadrilha".

Depois de rasgar a Constituição, tudo é possível!

PHA

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