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Servidora pública de carreira, da Administração Federal, militante da área de saúde do trabalhador e relações sociais de gênero. Formação em políticas sociais. Carioca e residente
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Beth Muniz
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DécioBeth compartilharam!
A realidade brasileira
No caso do Brasil, Katia Maia revela que a riqueza de apenas seis bilionários alcança US$ 78 bilhões e representa a soma dos recursos de 50% da população brasileira mais pobre. "No Brasil, o governo também deve assumir suas responsabilidades. Dependendo por qual caminho vão as medidas adotadas, pode se aumentar a desigualdade." Para ela, "é urgente no país uma reforma tributária".

A diretora-executiva da Oxfam dá como exemplo a ação do governo de Michel Temer em congelar os gastos públicos por 20 anos como justificativa para o equilíbrio fiscal, ao mesmo tempo em que não toma medidas de combate a sonegação.

"Acabamos fazendo a escolha de ir por um caminho que congela gastos, mas não enfrenta a evasão fiscal que representa uma perda em torno de R$ 240 bilhões por ano. É uma opção que não enfrenta as desigualdades em favor do 1% dos ricos e não em favor dos outros 99% da população."

Katia Maia é taxativa ao dizer que os grandes negócios e os indivíduos que mais detêm a riqueza mundial estão se alimentando da crise econômica, pagando menos impostos, reduzindo salários e usando seu poder para influenciar a política em seus países.

"A desigualdade está mantendo milhões de pessoas na pobreza, fragmentando nossas sociedades e minando nossas democracias. É ultrajante que tão poucas pessoas detenham tanto enquanto tantas outras sofrem com a falta de acesso a serviços básicos, como saúde e educação", reforça.
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A realidade brasileira
No caso do Brasil, Katia Maia revela que a riqueza de apenas seis bilionários alcança US$ 78 bilhões e representa a soma dos recursos de 50% da população brasileira mais pobre. "No Brasil, o governo também deve assumir suas responsabilidades. Dependendo por qual caminho vão as medidas adotadas, pode se aumentar a desigualdade." Para ela, "é urgente no país uma reforma tributária".

A diretora-executiva da Oxfam dá como exemplo a ação do governo de Michel Temer em congelar os gastos públicos por 20 anos como justificativa para o equilíbrio fiscal, ao mesmo tempo em que não toma medidas de combate a sonegação.

"Acabamos fazendo a escolha de ir por um caminho que congela gastos, mas não enfrenta a evasão fiscal que representa uma perda em torno de R$ 240 bilhões por ano. É uma opção que não enfrenta as desigualdades em favor do 1% dos ricos e não em favor dos outros 99% da população."

Katia Maia é taxativa ao dizer que os grandes negócios e os indivíduos que mais detêm a riqueza mundial estão se alimentando da crise econômica, pagando menos impostos, reduzindo salários e usando seu poder para influenciar a política em seus países.

"A desigualdade está mantendo milhões de pessoas na pobreza, fragmentando nossas sociedades e minando nossas democracias. É ultrajante que tão poucas pessoas detenham tanto enquanto tantas outras sofrem com a falta de acesso a serviços básicos, como saúde e educação", reforça.
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Completam a lista dos mais ricos do Brasil, pela ordem: Jorge Paulo Lemann (sócio da Ambev e dono da Budweiser, Burger King e Heinz); Joseph Safra (dono do banco Safra); Marcel Herrmann Telles (sócio da Ambev e também dono da Budweiser, Burger King e Heinz); Carlos Alberto Sicupira (outro sócio da Ambev e dono da Budweiser, Burger King e Heinz); Eduardo Saverin (cofundador do Facebook); e João Roberto Marinho (herdeiro do grupo Globo).

Na sexta posição da lista, João Roberto está empatado com seus irmãos José Roberto e Roberto Irineu Marinho, cada um dono de um patrimônio avaliado em R$ 13,92 bilhões. Se incluísse os três – patrimônio de quase R$ 42 bilhões –, a lista teria oito bilionários com ainda mais riqueza concentrada.
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São Paulo – Com bombas, balas de borracha e gás lacrimogêneo, a Tropa de Choque da Polícia Militar executou na manhã de hoje (17) ação de reintegração de posse da Ocupação Colonial, na região de São Mateus, zona leste de São Paulo. No local, cerca de 700 famílias ocupavam uma área composta por dois terrenos particulares e um terreno da prefeitura, e agora não têm para onde ir.

Dezenas de policiais do batalhão de choque, além de caminhões blindados, estavam concentrados desde o início da manhã. A Justiça de São Paulo decidiu pela reintegração há cinco dias. Os moradores da ocupação tentaram negociar o adiamento da desocupação para que, ao menos, as famílias fossem devidamente cadastradas em programas de habitação da prefeitura.

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) também chegou a entrar com ação pedindo a suspensão da reintegração. Ainda assim, a reintegração foi executada, antes mesmo que a Justiça pudesse julgar o pedido do MP.

Lideranças do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) pediam que os policiais aguardassem algumas horas até o horário de abertura do Fórum, quando o recurso poderia ser julgado. "Se o juiz acata esse pedido de adiamento, olha a situação que vai se criar", apelava Guilherme Boulos, líder do movimento. "Um terreno abandonado há mais de 40 anos. Ninguém nunca fez nada. Agora que a gente fez alguma coisa para sair do aluguel, eles vêm tomar", reclamou outro morador.
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É possível reconhecer um membro da Togacracia por sua cara de paisagem cada vez que a Constituição é atacada e vilipendiada pelos interesses da Plutocracia.

Na Togacracia todos ganham altos salários, tão logo ingressam em qualquer escalão do Judiciário, do Ministério Público, em Procuradorias, Tribunais e outros poderes “que tais”. Os demais cidadãos e cidadãs, de segunda ordem, são obrigados a se conformar, porque sabem o poder de uma Vara, mesmo que seja de primeira instância.

Na Togacracia há casos de juízes dedicadíssimos que avocam para si quase todos os casos de corrupção que, por coincidência, interessam muito às superpotências internacionais. Com suas implacáveis e tortuosas nuances de justiça quebram empresas, desempregam milhões de brasileiros, entregam segredos para empresas e governos estrangeiros, e são fotografados ao lado de corruptos, mas isso “não vem ao caso”. Há até quem pegue carona gratuita em avião da FAB na companhia de um presidente da República que terá brevemente – ou seria longinquamente? – que julgar.
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Completam a lista dos mais ricos do Brasil, pela ordem: Jorge Paulo Lemann (sócio da Ambev e dono da Budweiser, Burger King e Heinz); Joseph Safra (dono do banco Safra); Marcel Herrmann Telles (sócio da Ambev e também dono da Budweiser, Burger King e Heinz); Carlos Alberto Sicupira (outro sócio da Ambev e dono da Budweiser, Burger King e Heinz); Eduardo Saverin (cofundador do Facebook); e João Roberto Marinho (herdeiro do grupo Globo).

Na sexta posição da lista, João Roberto está empatado com seus irmãos José Roberto e Roberto Irineu Marinho, cada um dono de um patrimônio avaliado em R$ 13,92 bilhões. Se incluísse os três – patrimônio de quase R$ 42 bilhões –, a lista teria oito bilionários com ainda mais riqueza concentrada.
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São Paulo – Com bombas, balas de borracha e gás lacrimogêneo, a Tropa de Choque da Polícia Militar executou na manhã de hoje (17) ação de reintegração de posse da Ocupação Colonial, na região de São Mateus, zona leste de São Paulo. No local, cerca de 700 famílias ocupavam uma área composta por dois terrenos particulares e um terreno da prefeitura, e agora não têm para onde ir.

Dezenas de policiais do batalhão de choque, além de caminhões blindados, estavam concentrados desde o início da manhã. A Justiça de São Paulo decidiu pela reintegração há cinco dias. Os moradores da ocupação tentaram negociar o adiamento da desocupação para que, ao menos, as famílias fossem devidamente cadastradas em programas de habitação da prefeitura.

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) também chegou a entrar com ação pedindo a suspensão da reintegração. Ainda assim, a reintegração foi executada, antes mesmo que a Justiça pudesse julgar o pedido do MP.

Lideranças do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) pediam que os policiais aguardassem algumas horas até o horário de abertura do Fórum, quando o recurso poderia ser julgado. "Se o juiz acata esse pedido de adiamento, olha a situação que vai se criar", apelava Guilherme Boulos, líder do movimento. "Um terreno abandonado há mais de 40 anos. Ninguém nunca fez nada. Agora que a gente fez alguma coisa para sair do aluguel, eles vêm tomar", reclamou outro morador.
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É possível reconhecer um membro da Togacracia por sua cara de paisagem cada vez que a Constituição é atacada e vilipendiada pelos interesses da Plutocracia.

Na Togacracia todos ganham altos salários, tão logo ingressam em qualquer escalão do Judiciário, do Ministério Público, em Procuradorias, Tribunais e outros poderes “que tais”. Os demais cidadãos e cidadãs, de segunda ordem, são obrigados a se conformar, porque sabem o poder de uma Vara, mesmo que seja de primeira instância.

Na Togacracia há casos de juízes dedicadíssimos que avocam para si quase todos os casos de corrupção que, por coincidência, interessam muito às superpotências internacionais. Com suas implacáveis e tortuosas nuances de justiça quebram empresas, desempregam milhões de brasileiros, entregam segredos para empresas e governos estrangeiros, e são fotografados ao lado de corruptos, mas isso “não vem ao caso”. Há até quem pegue carona gratuita em avião da FAB na companhia de um presidente da República que terá brevemente – ou seria longinquamente? – que julgar.
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Na Togacracia todos ganham altos salários, tão logo ingressam em qualquer escalão do Judiciário, do Ministério Público, em Procuradorias, Tribunais e outros poderes “que tais”. Os demais cidadãos e cidadãs, de segunda ordem, são obrigados a se conformar, porque sabem o poder de uma Vara, mesmo que seja de primeira instância.

Na Togacracia há casos de juízes dedicadíssimos que avocam para si quase todos os casos de corrupção que, por coincidência, interessam muito às superpotências internacionais. Com suas implacáveis e tortuosas nuances de justiça quebram empresas, desempregam milhões de brasileiros, entregam segredos para empresas e governos estrangeiros, e são fotografados ao lado de corruptos, mas isso “não vem ao caso”. Há até quem pegue carona gratuita em avião da FAB na companhia de um presidente da República que terá brevemente – ou seria longinquamente? – que julgar.

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