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O CIRCO DA INDIGNAÇÃO SELETIVA ― POR FELIPE MOURA BRASIL

Parceiros de Lula afetaram indignação com Michel Temer. Parceiros de Temer afetaram indignação com Lula. Assim foi o circo da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (2) de votação da denúncia da PGR contra o presidente. Prevaleceu a indignação seletiva.

Dois casos ilustrativos, um de cada lado, são os de Ivan Valente (PSOL-SP) e Mauro Pereira (PMDB-RS). Na votação do impeachment de Dilma, Valente, liderando a atuação de seu partido como linha auxiliar do PT, gritou no plenário: “Pela democracia, contra o golpe: PSOL [vota] não!” No dia em que Sérgio Moro condenou Lula no caso do tríplex do Guarujá, Valente publicou um vídeo no qual diz: “Nós entendemos que neste caso faltam provas materiais robustas para qualquer condenação, não há materialidade nas provas, e também porque o juiz Sérgio Moro na verdade se descredenciou ao longo do período com uma visão muito política, politizada, incidente sobre os fatos políticos.” Nesta quarta, porém, o mesmo Valente que defendeu Dilma e Lula sentenciou: "Aqueles que querem manter Temer são coniventes com a corrupção.”

Já Mauro Pereira, na votação do impeachment de Dilma, gritou: “Pela dignidade, pela esperança do povo brasileiro, eu voto sim! E viva o Brasil! E viva o Sérgio Moro.” Nesta quarta, porém, Pereira alegou que quem votasse contra Temer estaria votando com Gleisi Hoffmann, PT e CUT: “Vamos colocar o Lula na cadeia, Sérgio Moro. O Lula tem de estar preso.”

Se Lula é rejeitado por 55,8% dos brasileiros e 65,5% aprovam sua condenação, e Temer é reprovado por 70% e 81% são favoráveis à abertura de processo contra ele, um dos poucos deputados a vocalizar o aparente sentimento do povo foi Major Olímpio (SD-SP), tirado pelo governo da CCJ porque votaria contra o presidente. Destaco trechos de seu discurso, no qual ressaltou que caberia à Câmara apenas “dar autorização, em nome do povo brasileiro, para que o STF possa processar e julgar” Temer, com base em “provas materiais” e “laudos periciais”: “Ladrão é ladrão e tem que ser tratado como ladrão. Ladrão não tem partido, ladrão não tem ideologia, não tem ladrão de direita, de centro ou de esquerda. Comportamento do ladrão é comportamento do ladrão. E não adianta vir com essa conversa: ‘Olha, o PT roubou lá!’ O PT roubou lá junto com o PMDB, com sete ministérios do PMDB [no governo petista]. Eu fui um dos 18 deputados trocados, porque o Temer escolheu os seus juízes lá [na CCJ]. E foi fazer a troca porque, senão, já saía derrotado. Agora vamos ver quem é que tem preço, quem é que está à venda por causa de emendinha, de cargo e eventualmente das malas [de dinheiro]”.

A denúncia pode até ser menos apodítica do que pregou Olímpio ― embora as orientações dos mandantes aos cúmplices (como mostrei neste vídeo: https://youtu.be/f5cM0_JNxzA?list=PLBWt6qhMOyanCD9hV6eqK7jKYCPlpr0Pr) sejam geralmente sutis ―, mas, no circo do dia, seu discurso valeu a pipoca.
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Bom dia, Lucio.

Aqui faz sol, mas há nuvens no céu e o vento sopra forte, prenunciando mudanças que os meteorologistas vinham apregoando há dias (falando em dias, faz quase 50 dias que não cai uma gota de chuva aqui em Sampa). Temperatura amena, mas deve cair à noitinha e amanhã o frio deve predominar, embora não tão intenso quanto na semana em que boa parte da região sul ficou coberta de gelo.

Quanto a Lula e ao sítio, bem, olha, se tem uma coisa que irrita ainda mais que esse mar de corrupção, essa coisa é a cara de pau dos acusados, que insistem em negar o que lhes é imputado, em se dizer inocentes, em dizer que foi "só" caixa 2, em dizer que são perseguidos, em dizer que tudo foi doado legalmente e registrado no TSE, e blá, blá, blá.

Isso é mais que insultar a inteligência daqueles que a tem. E é a especialidade da gangue virtual de Lula e do PT - administradores de páginas e blogs que eram sustentados pelos governos de Lula e Dilma, e que continuam atuando em favor desses montes de lixo, disseminando notícias falsas que viram "reportagens" em sites do partido.

Enfim, faz parte, da mesma forma que ver Temer com aquele sorrisinho idiota na fuça, depois da votação que enterrou a primeira denúncia de Janot contra sua supostamente corrupta pessoa. A briga já era desleal, pois o Planalto precisava de míseros 172 votos e a oposição, de 342. Em números absolutos, o governo venceu por um triz (263 a 227). Agora, se Temer resolver voltar ao trabalho enquanto a próxima denúncia não vem, vai ter de rebolar para aprovar as reformas, principalmente a da Previdência, já que são necessários ao menos 308 votos em plenário.

É bom que sua insolência tire o sorrisinho idiota da fuça, que a maré não está para peixe.
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